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1973044950Karlsruhe ., Im Selbstverlag des Geographischen Instituts der Universität (TH) Karlsruhe., 1973. 218 Seiten, mit Abbildungen, Karten und Diagrammen im Text und 9 Fotografien im Anhang. Erschien in der Reihe: Karlsruher Geographische Hefte, Heft 4. Zustand: Aus einer Institutsbibliothek ausgeschieden, unterer Rücken mit kleinem Aufkleber, Titelblatt mit Bibliotheksstempel und Inventarnummer. 8°. S OBroschur / Okarton.
186116816Wien, Braumüller, 1861. 2 Bll., 79 S. 1 farb. lithograph. Tafel. 8°. Mod. Lwd. [6 Warenabbildungen]
2000PTG23739Frankfurt am Main. Peter Meyer. 2000. 368 S. Kartoniert. Zahlreiche s/w. Abbildungen und Tafeln. Exemplar ohne Stempel oder Anstreichungen. Gut erhalten.
199036145ABFunchal 1990. 4to. 180 S. Mit zahlreichen farbigen Abbildungen. Orig.-Pappband.
1924105834London, Methuen & Co, 1924, in-8°, xxiii-199 pp, 23 photos sur 12 p. hors texte (frontispice compris), index, reliure pleine toile bleu-vert de l'éditeur, titres dorés au dos et à froid au 1er plat, bon état. Edition originale, texte en anglais. Peu courant
198611631Köln : DuMont, 1986. 315 S., zahlr. sw-Textabb., Pläne, Karten und sw-Tafeln, einige Farbtafeln 8° , OKt.
19308948AHamburg, Friederichsen;, Berlin, de Gruyter & Co., 1930. 6 (1) Seiten, 198 Seiten, mit einer Karte, 31 Abbildungen auf 18 Tafeln und 14 Textillustrationen. Karton der Zeit mit aufgezogenem Original-Broschumschlag und Leinenrücken.
1971027751Basel / Schweiz., Selbstverlag., 1971. 94S. Text, 56S. Fotografien. Lose beiliegend 4 Seiten Bildlegenden. Guter Zustand. Quer-4°. OPappband.
1987401001987. origi.Broschur, 8°, 223 Seiten. Text auf französisch.
18896611889 MADERE-F.ALCAN 1889-
2411SB010<p>COMPOSTO PELO DOUTOR DUARTE MADEYRA ARRAEZ PHYSICO MOR DELREY DOM JOAM IV. REFORMADO AO SENTIR DOS MODERNOS ILLUStrado com muytos casos praticos & enriquecido com varios & eficazes remedios para extinguir com facilidade este contagio & para acodir promptamente aos seus productos PELO DOUTOR FRANCISCO DA FONSECA HENRIQUES natural de Mirandella MEDICO DO SERENISSIMO REY DE PORTUGAL DOM JOAÕ V. COM HUMA DISSERTAÇAM DOS HUMORES naturaes do corpo humano obra muyto necessaria para boa intelligencia destas Illustraçoens. LISBOA Na Officina de ANTONIO PEDROSO GALRAM. Com todas as licenças necessarias & Privilegio Real. Anno de 1715.</p>_x000d_<p>In fólio de 30x21 cm. Com xxxii 366 págs. Encadernação da época inteira de pele com nervos e ferros a ouro em casas fechadas. Cortes das folhas carminados. </p>_x000d_<p>Rosto impresso a preto e vermelho com uma pequena vinheta. O texto composto em caracteres redondos e alguns itálicos está ornamentado com belas xilogravuras com motivos vegetalistas antropomórficos e tipográficos destacando-se as iniciais decoradas e os cabeções com as armas do reino a encimar a dedicatória e a primeira página numerada da obra assim como florões de remate de grandes dimensões que ocupam quase metade das páginas 352 e 366 que correspondem ao final da obra e do índice respectivamente.</p>_x000d_<p>Exemplar com o miolo um pouco desencaixado da encadernação que apresenta pequenas falhas de pele nos cantos das pastas e na lombada e perda de cor no carminado das folhas. Assinatura de posse coeva a tinta na folha de rosto e extensas anotações coevas nas folhas de guarda na última página numerada e no verso da pasta posterior. Tem ocasionais manchas de humidade e ligeiras falhas de papel na margem das folhas de guarda e na última folha numerada. Pequenos picos de traça nas margens e junto ao festo das folhas sem nunca afetar a mancha gráfica.</p>_x000d_<p>Quarta edição muito rara. A Biblioteca Nacional apenas regista dois exemplares em acervo ambos em mau estado de conservação. A obra foi publicada pela primeira vez em Lisboa 1642 e compunha-se de duas partes impressas por Lourenço de Anvers e Antonio Alvarez respectivamente. A primeira parte teve uma segunda edição em 1674 por António Rodrigues de Abreu Lisboa que não é registada pelo Inocêncio. Em 1683 Craesbeeck edita num único volume ambas as partes.</p>_x000d_<p>Esta edição que se restringe apenas à primeira parte da obra é especialmente importante por ser a primeira a conter os acrescentos e anotações de Francisco da Fonseca Henriques assim como uma dissertação de sua autoria que mudaram em grande parte a substância da doutrina de Madeira Arrais corrigindo e alterando métodos que o tempo revelou ineficazes. Fonseca Henriques alerta no prólogo que o texto original é mantido e apenas acrescentado com anotações no final dos números e com alguns capítulos adicionais. Frisa que o seu objectivo é corrigir os erros sem ofensa do seu autor. Voltou a ser editada em 1751 na Oficina de Domingos Gonçalves.</p>_x000d_<p>Obra pioneira e muito importante para o estudo da história da medicina em Portugal em particular para a história do combate à Sífilis ou «Morbo Gálico» temida doença sexualmente transmissível. Foi a primeira obra escrita por um português sobre a doença e tornou-se um livro de referência sobre o assunto durante mais de um século como atestam as várias reedições.</p>_x000d_<p>Primeiras páginas com dedicatória do editor literário e ampliador Francisco da Fonseca Henriques ao rei Dom João V prólogo do mesmo carta laudatória de Pascoal Ribeiro Coutinho também a Fonseca Henriques lista alfabética de autores referidos ao longo da obra índice de capítulos erratas licenças de Frei António das Chagas João Curvo Semedo entre outros. A partir da página 329 encontra-se a «Dissertação Única dos Humores Naturais do Corpo Humano» anunciada na folha de rosto. Finalmente entre as páginas 353 e 366 está um completo índice remissivo.</p>_x000d_<p>O primeiro relato de sífilis em Portugal data de 1496-1497 e chega-nos através de uma poesia de Pedro Homero inscrita no cancioneiro de Garcia de Resende. Em 1504 é criada a Casa das Boubas no Hospital Real de Todos os Santos Lisboa com a finalidade de aí ser prestada assistência aos doentes com o mal venéreo. Não existia no entanto nenhum clínico com formação nesta área pelo que em 1507 foi para aí contratado o famoso médico andaluz Ruy Días de Ysla. Apesar do muito interesse despertado pela doença entre a comunidade médica portuguesa apenas em 1642 surgiu a primeira obra sobre sífilis escrita por um português.</p>_x000d_<p>Numa época em que a medicina portuguesa sofria de um evidente atraso científico que teve por base uma multiplicidade de factores desde a instauração da Inquisição as condições do exercício médico os abusos da fisicatura-mor do reino o domínio espanhol e a influência dos jesuítas a obra de Duarte Madeira Arrais surge como uma tentativa de oferecer um conhecimento acessível e prático para tratar a Sífilis mesmo em regiões remotas ou transmarítimas onde a assistência médica era escassa. Com linguagem clara e em língua portuguesa Madeira Arrais procurou alcançar não só os médicos como também cirurgiões e leigos reconhecendo a necessidade de combater uma doença cujas características desafiavam tanto o diagnóstico quanto a cura. É interessante notar que por todo o livro Madeira tece fortes elogios a Ruy Días de Ysla e fundamenta as suas afirmações em considerações previamente estabelecidas pelo médico.</p>_x000d_<p>Esta primeira parte da obra apresenta uma abordagem prática e clara sobre o <em>morbo gálico</em> explicando a sua essência causas espécies prognósticos e tratamentos destinada tanto a médicos como ao público geral. Já a segunda parte adota um tom mais académico por forma a resolver dúvidas de forma mais aprofundada e abordando tratamentos adicionais como banhos termais.</p>_x000d_<p><strong>Duarte Madeira Arrais</strong> Moimenta da Serra c. 1600 Lisboa 1652 foi um médico e cirurgião notável cuja ascendência cristã-nova está documentada nos registos genealógicos da região da Beira Alta. Apesar de algumas dúvidas iniciais quanto à sua origem sabe-se que pertencia à família Madeira Arrais ligada à vila de Avô Oliveira do Hospital e era neto de Mestre Duarte um judeu ou cristão-novo de origem possivelmente sefardita. Depois de receber uma sólida formação inicial em letras e poesia Madeira Arrais prosseguiu os estudos na Universidade de Coimbra onde se licenciou em Filosofia e Medicina destacando-se pela profundidade do seu conhecimento. Posteriormente terá também frequentado a Universidade de Salamanca consolidando uma carreira que o levaria a ser nomeado Físico-mor do rei D. João IV.<br /><br />Reconhecido pela sua prática inovadora Madeira Arrais escreveu obras de grande impacto na medicina portuguesa incluindo o famoso «Methodo de Conhecer e Curar o Morbo Gallico» 1642 e uma apologia sobre a prática de sangrias nos pés 1638 onde confrontava os métodos tradicionais de outros médicos. A sua reputação estendeu-se à corte onde triunfou no tratamento de doenças complexas e inveteradas ganhando o reconhecimento dos seus contemporâneos como a poetisa Violante do Céu que lhe dedicou um soneto. Duarte Madeira Arrais deixou um legado que reflete o esforço de adaptar a medicina portuguesa às exigências práticas e teóricas do seu tempo.</p>_x000d_<p><strong>Francisco da Fonseca Henriques</strong> Mirandela 1665 Lisboa 1731 conhecido na sua época como Dr. Mirandela formou-se em Medicina na Universidade de Coimbra e iniciou a carreira em Chaves estabelecendo-se mais tarde em Mirandela onde ganhou destaque pela sua prática clínica. Em 1706 foi nomeado médico pessoal do rei D. João V alcançando prestígio nacional. Autor erudito e membro da Real Academia de Ciências publicou obras de grande relevância como «Aquilégio Medicinal» 1726 o primeiro inventário das águas minerais naturais de Portugal considerado um marco no património hidromineral do país.</p>_x000d_<p>Referências/References:<br />Baudry H. D. C. Un controversista en Portugal bajo la Casa de Austria: Duarte Madeira Arrais y la polémica en torno a la sangría. Criticón 137 115-129. Presses Universitaires du Mirail Université de Toulouse. 2019. em linha<br />Célia Cristina Rodrigues Lopes. As Mil Caras de Uma Doença - Sífilis na Sociedade Coimbrã no Início do Século XX. p. 15. Universidade de Coimbra. 2014.<br />João Carlos Rodrigues. A dermatologia em Portugal: factos e figuras. In: Bastos C. editor. Clínica Arte e Sociedade. A Sífilis no Hospital do Desterro e na Saúde Pública. pp. 59-76. Imprensa de Ciências Sociais. Lisboa. 2011.<br />Amélia Ricon-Ferraz. Dois homens dois tempos: um objectivo comum: Simão Pinheiro Mourão e Duarte Madeira Arrais. In: Medicina na Beira Interior - da Pré-História ao Séc. XX. Cadernos de Cultura - N.º 3. Castelo Branco. 1991.<br />Inocêncio II 209.<br />Barbosa Machado I 734-735.</p> M-11-B-57 hardcover
5175Paris Félix Alcan, éditeur 1889 in 8 (22x13,5) 1 volume reliure percaline brique de l'éditeur, dos et plat supérieur titrés, faux-titre, titre, [1] 101 pages (1bl.) [1]. Topographie, géologie, hygiène, analyse des eaux, renseignements touristiques, etc. Dr. C.A. Mourao Pitta, Docteur en Médecine de la Faculté de Montpellier; médecine de l'Ecole de Médecine de Lisbonne, Directeur de l'Hôpital militaire de Funchal et Médecin en chef de l'Hôpital spécial des maladies chroniques de la poitrine de la même ville; Membre de plusieurs sociétés scientifiques; Chevalier de plusieurs ordres; Agent consulaire de France à Madère, etc. Très bel exemplaire
195583361Funchal: Madère, Camachos, Maison Blanche. 1955. (12), 69 Tafeln,. Sehr sauber - sehr gut, nahezu tadellos, erhalten. - Très bon état - quasi neuf. 4° (Quart, 25 bis 35 cm), Orig.- Pappe mit Schutzumschlag (Hardcover).
1955019839Editions Ides et Calendes, Neuchatel, Paris 1955. Farbiger O.-SU. Hartkarton Sehr gut
9788579872020-11-75792FREITAS BASTOS. New. FREITAS BASTOS unknown
Outside dimensions 14.5" x 10.5". Circa 1902. Centerfold. Light wear. Please see our photo for details. Book
9788584403387LUMEN JURIS. new. Description anavailable LUMEN JURIS unknown
9786588340554-11-68439RUBIO. New. RUBIO unknown
1512804010.Ghardcover. Good. Access codes and supplements are not guaranteed with used items. May be an ex-library book. hardcover
200094122München: Gräfe & Unzer Verlag, 2000. 19 cm ; kart.
9788521204596-11-100086Edgard Blucher. New. Edgard Blucher unknown
168393Methodo de conhecer e curar o morbo gallico : primeira e segunda parte : propoemse definitivamente a essencia species causas. et cura do morbo gallico. e largamente se trata do azougue salsa parrilha. et de todos os mais remedios desta enfermidade / pelo doutor Duarte Madeira Arraiz.Em Lisboa. :por Antonio Craesbeeck de Mello impressor de S. A. :e à sua custa impressos et de Antonio Leite Pereira. 1683. 29 x 21 cm. Colación:12 236 i.e. 194 18 220 p. p. 7 ; Fol.Buen estado pero con problemas. El principal problema es la calidad de papel elegida por el impresor que es más bien mediocre pero esta copia ha sobrevivido dignamente. Lagunas y cortes Luego alguna mancha esporádica y un poco de acidificación pero hojas mayoritariamente limpias. Alguna hoja semidesprendida. Papel fino y algo blando al tacto como no puede ser de otra manera para la calidad del papel. Errores de paginación en la primera secuencia de p. 54 pasa a p. 57 de p. 106 a 137 y de p. 189 a 200. Texto a dos columnas. Bellas letras capitulares. Bonitas cabeceras y cul-de-lamp grabados. Algunas anotaciones marginales de antiguo propietario. Encuadernación original en pergamino.Libro muy escaso en comercio nada a la venta y raro en los catálogos colectivos solo 3 copias consignadas en el CCPB CCPB000210099-1.Duarte Madeira Arrais 1596-1652Arrais es uno de los pocos autores portugueses que sin haber vivido fuera del país adquirió cierta ―aunque limitada― proyección en el ámbito de la medicina fuera de las fronteras nacionales y también más allá de su época. Nació en Moimenta Gouveia probablemente en enero de 1594. Según él mismo declaró fue estudiante en Salamanca en 1620; en 1638 se sabe que era médico del rey Felipe IV y que ejercía la medicina en Lisboa.Duarte Madeira Arrais y la polémica en torno a la sangría:Duarte Madeira Arrais 1596-1652 publicó en 1638 en portugués una apología sobre la sangría practicada en los pies. Este texto se inscribe en la dilatada controversia que tuvo como punto de partida el temprano debate en Portugal entre dos médicos humanistas el francés Pierre Brissot y el portugués Mestre Dionísio. El tratado que mezcla observaciones médico-empíricas y argumentos teóricos era una respuesta a aquellos que promovían esta práctica solamente en los brazos. La Apologia rebate la opinión de Francisco Borges de Azevedo que defendía la tesis contraria a la que sostenía el autor y sus colegas. Ahora bien más allá de la cuestión epistemológica el texto encubre también otros objetivos médico-profesionales.Hasta el siglo xix las prácticas terapéuticas más corrientes ―asociadas o no a intervenciones quirúrgicas― eran la purga la lavativa y la sangría. Esta última suscitó una dilatada controversia que actualizó cuestiones ya antiguas acerca de la frecuencia de uso de esta práctica y de su lugar en la medicina. Se distinguía entonces entre la "derivación" sangría realizada cerca de la afectación y la "revulsión" sangría realizada en el lugar opuesto al de la afectación. El objeto de esta controversia no era sólo práctico sino también textual pues el humanismo galeno-hipocrático se desenvolvió con textos nuevos que se enfrentaban con los de la tradición arábigo-latina2. La "polémica de la sangría" alcanzó una magnitud inesperada debido a la participación de eminentes personajes de la medicina europea como Andrés Vesalio Giovanni Argenterio Leonardo Fuchs Jean Fernel Amato Lusitano etc. En España es de destacar el especial protagonismo que tuvo Nicolás Monardes.Seguir leyendo: https://journals.openedition.org/criticon/7962
193035945ABLeipzig, Bibliogr. Institut, 1930. 5. Aufl. Kl.-8°. VIII, XXXII, 365 S., 32 S. Mit 28 Ktn., 55 Plänen u. 1 Grundriss. Lwd. Verg. Rü.-u. Deckeltit. Etw. ber. u. best. 1 Kt. lose. Sehr guter Zustand. 5
1950241016033Self Published 1950. hardcover. Acceptable. Signed by many attendess Self Published hardcover
1953241016030Self Published 1953. hardcover. Good. 0x0x0. Signed by many attendees Self Published hardcover