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1952241016031Self Published 1952. hardcover. Good. Signed by many attendees Self Published hardcover
168393Methodo de conhecer e curar o morbo gallico : primeira e segunda parte : propoemse definitivamente a essencia species causas. et cura do morbo gallico. e largamente se trata do azougue salsa parrilha. et de todos os mais remedios desta enfermidade / pelo doutor Duarte Madeira Arraiz.Em Lisboa. :por Antonio Craesbeeck de Mello impressor de S. A. :e à sua custa impressos et de Antonio Leite Pereira. 1683. 29 x 21 cm. Colación:12 236 i.e. 194 18 220 p. p. 7 ; Fol.Buen estado pero con problemas. El principal problema es la calidad de papel elegida por el impresor que es más bien mediocre pero esta copia ha sobrevivido dignamente. Lagunas y cortes Luego alguna mancha esporádica y un poco de acidificación pero hojas mayoritariamente limpias. Alguna hoja semidesprendida. Papel fino y algo blando al tacto como no puede ser de otra manera para la calidad del papel. Errores de paginación en la primera secuencia de p. 54 pasa a p. 57 de p. 106 a 137 y de p. 189 a 200. Texto a dos columnas. Bellas letras capitulares. Bonitas cabeceras y cul-de-lamp grabados. Algunas anotaciones marginales de antiguo propietario. Encuadernación original en pergamino.Libro muy escaso en comercio nada a la venta y raro en los catálogos colectivos solo 3 copias consignadas en el CCPB CCPB000210099-1.Duarte Madeira Arrais 1596-1652Arrais es uno de los pocos autores portugueses que sin haber vivido fuera del país adquirió cierta ―aunque limitada― proyección en el ámbito de la medicina fuera de las fronteras nacionales y también más allá de su época. Nació en Moimenta Gouveia probablemente en enero de 1594. Según él mismo declaró fue estudiante en Salamanca en 1620; en 1638 se sabe que era médico del rey Felipe IV y que ejercía la medicina en Lisboa.Duarte Madeira Arrais y la polémica en torno a la sangría:Duarte Madeira Arrais 1596-1652 publicó en 1638 en portugués una apología sobre la sangría practicada en los pies. Este texto se inscribe en la dilatada controversia que tuvo como punto de partida el temprano debate en Portugal entre dos médicos humanistas el francés Pierre Brissot y el portugués Mestre Dionísio. El tratado que mezcla observaciones médico-empíricas y argumentos teóricos era una respuesta a aquellos que promovían esta práctica solamente en los brazos. La Apologia rebate la opinión de Francisco Borges de Azevedo que defendía la tesis contraria a la que sostenía el autor y sus colegas. Ahora bien más allá de la cuestión epistemológica el texto encubre también otros objetivos médico-profesionales.Hasta el siglo xix las prácticas terapéuticas más corrientes ―asociadas o no a intervenciones quirúrgicas― eran la purga la lavativa y la sangría. Esta última suscitó una dilatada controversia que actualizó cuestiones ya antiguas acerca de la frecuencia de uso de esta práctica y de su lugar en la medicina. Se distinguía entonces entre la "derivación" sangría realizada cerca de la afectación y la "revulsión" sangría realizada en el lugar opuesto al de la afectación. El objeto de esta controversia no era sólo práctico sino también textual pues el humanismo galeno-hipocrático se desenvolvió con textos nuevos que se enfrentaban con los de la tradición arábigo-latina2. La "polémica de la sangría" alcanzó una magnitud inesperada debido a la participación de eminentes personajes de la medicina europea como Andrés Vesalio Giovanni Argenterio Leonardo Fuchs Jean Fernel Amato Lusitano etc. En España es de destacar el especial protagonismo que tuvo Nicolás Monardes.Seguir leyendo: https://journals.openedition.org/criticon/7962
9788521204596-11-100086Edgard Blucher. New. Edgard Blucher unknown
1512804010.Ghardcover. Good. Access codes and supplements are not guaranteed with used items. May be an ex-library book. hardcover
9786588340554-11-68439RUBIO. New. RUBIO unknown
9788584403387LUMEN JURIS. new. Description anavailable LUMEN JURIS unknown
9788579872020-11-75792FREITAS BASTOS. New. FREITAS BASTOS unknown
2411SB010<p>COMPOSTO PELO DOUTOR DUARTE MADEYRA ARRAEZ PHYSICO MOR DELREY DOM JOAM IV. REFORMADO AO SENTIR DOS MODERNOS ILLUStrado com muytos casos praticos & enriquecido com varios & eficazes remedios para extinguir com facilidade este contagio & para acodir promptamente aos seus productos PELO DOUTOR FRANCISCO DA FONSECA HENRIQUES natural de Mirandella MEDICO DO SERENISSIMO REY DE PORTUGAL DOM JOAÕ V. COM HUMA DISSERTAÇAM DOS HUMORES naturaes do corpo humano obra muyto necessaria para boa intelligencia destas Illustraçoens. LISBOA Na Officina de ANTONIO PEDROSO GALRAM. Com todas as licenças necessarias & Privilegio Real. Anno de 1715.</p>_x000d_<p>In fólio de 30x21 cm. Com xxxii 366 págs. Encadernação da época inteira de pele com nervos e ferros a ouro em casas fechadas. Cortes das folhas carminados. </p>_x000d_<p>Rosto impresso a preto e vermelho com uma pequena vinheta. O texto composto em caracteres redondos e alguns itálicos está ornamentado com belas xilogravuras com motivos vegetalistas antropomórficos e tipográficos destacando-se as iniciais decoradas e os cabeções com as armas do reino a encimar a dedicatória e a primeira página numerada da obra assim como florões de remate de grandes dimensões que ocupam quase metade das páginas 352 e 366 que correspondem ao final da obra e do índice respectivamente.</p>_x000d_<p>Exemplar com o miolo um pouco desencaixado da encadernação que apresenta pequenas falhas de pele nos cantos das pastas e na lombada e perda de cor no carminado das folhas. Assinatura de posse coeva a tinta na folha de rosto e extensas anotações coevas nas folhas de guarda na última página numerada e no verso da pasta posterior. Tem ocasionais manchas de humidade e ligeiras falhas de papel na margem das folhas de guarda e na última folha numerada. Pequenos picos de traça nas margens e junto ao festo das folhas sem nunca afetar a mancha gráfica.</p>_x000d_<p>Quarta edição muito rara. A Biblioteca Nacional apenas regista dois exemplares em acervo ambos em mau estado de conservação. A obra foi publicada pela primeira vez em Lisboa 1642 e compunha-se de duas partes impressas por Lourenço de Anvers e Antonio Alvarez respectivamente. A primeira parte teve uma segunda edição em 1674 por António Rodrigues de Abreu Lisboa que não é registada pelo Inocêncio. Em 1683 Craesbeeck edita num único volume ambas as partes.</p>_x000d_<p>Esta edição que se restringe apenas à primeira parte da obra é especialmente importante por ser a primeira a conter os acrescentos e anotações de Francisco da Fonseca Henriques assim como uma dissertação de sua autoria que mudaram em grande parte a substância da doutrina de Madeira Arrais corrigindo e alterando métodos que o tempo revelou ineficazes. Fonseca Henriques alerta no prólogo que o texto original é mantido e apenas acrescentado com anotações no final dos números e com alguns capítulos adicionais. Frisa que o seu objectivo é corrigir os erros sem ofensa do seu autor. Voltou a ser editada em 1751 na Oficina de Domingos Gonçalves.</p>_x000d_<p>Obra pioneira e muito importante para o estudo da história da medicina em Portugal em particular para a história do combate à Sífilis ou «Morbo Gálico» temida doença sexualmente transmissível. Foi a primeira obra escrita por um português sobre a doença e tornou-se um livro de referência sobre o assunto durante mais de um século como atestam as várias reedições.</p>_x000d_<p>Primeiras páginas com dedicatória do editor literário e ampliador Francisco da Fonseca Henriques ao rei Dom João V prólogo do mesmo carta laudatória de Pascoal Ribeiro Coutinho também a Fonseca Henriques lista alfabética de autores referidos ao longo da obra índice de capítulos erratas licenças de Frei António das Chagas João Curvo Semedo entre outros. A partir da página 329 encontra-se a «Dissertação Única dos Humores Naturais do Corpo Humano» anunciada na folha de rosto. Finalmente entre as páginas 353 e 366 está um completo índice remissivo.</p>_x000d_<p>O primeiro relato de sífilis em Portugal data de 1496-1497 e chega-nos através de uma poesia de Pedro Homero inscrita no cancioneiro de Garcia de Resende. Em 1504 é criada a Casa das Boubas no Hospital Real de Todos os Santos Lisboa com a finalidade de aí ser prestada assistência aos doentes com o mal venéreo. Não existia no entanto nenhum clínico com formação nesta área pelo que em 1507 foi para aí contratado o famoso médico andaluz Ruy Días de Ysla. Apesar do muito interesse despertado pela doença entre a comunidade médica portuguesa apenas em 1642 surgiu a primeira obra sobre sífilis escrita por um português.</p>_x000d_<p>Numa época em que a medicina portuguesa sofria de um evidente atraso científico que teve por base uma multiplicidade de factores desde a instauração da Inquisição as condições do exercício médico os abusos da fisicatura-mor do reino o domínio espanhol e a influência dos jesuítas a obra de Duarte Madeira Arrais surge como uma tentativa de oferecer um conhecimento acessível e prático para tratar a Sífilis mesmo em regiões remotas ou transmarítimas onde a assistência médica era escassa. Com linguagem clara e em língua portuguesa Madeira Arrais procurou alcançar não só os médicos como também cirurgiões e leigos reconhecendo a necessidade de combater uma doença cujas características desafiavam tanto o diagnóstico quanto a cura. É interessante notar que por todo o livro Madeira tece fortes elogios a Ruy Días de Ysla e fundamenta as suas afirmações em considerações previamente estabelecidas pelo médico.</p>_x000d_<p>Esta primeira parte da obra apresenta uma abordagem prática e clara sobre o <em>morbo gálico</em> explicando a sua essência causas espécies prognósticos e tratamentos destinada tanto a médicos como ao público geral. Já a segunda parte adota um tom mais académico por forma a resolver dúvidas de forma mais aprofundada e abordando tratamentos adicionais como banhos termais.</p>_x000d_<p><strong>Duarte Madeira Arrais</strong> Moimenta da Serra c. 1600 Lisboa 1652 foi um médico e cirurgião notável cuja ascendência cristã-nova está documentada nos registos genealógicos da região da Beira Alta. Apesar de algumas dúvidas iniciais quanto à sua origem sabe-se que pertencia à família Madeira Arrais ligada à vila de Avô Oliveira do Hospital e era neto de Mestre Duarte um judeu ou cristão-novo de origem possivelmente sefardita. Depois de receber uma sólida formação inicial em letras e poesia Madeira Arrais prosseguiu os estudos na Universidade de Coimbra onde se licenciou em Filosofia e Medicina destacando-se pela profundidade do seu conhecimento. Posteriormente terá também frequentado a Universidade de Salamanca consolidando uma carreira que o levaria a ser nomeado Físico-mor do rei D. João IV.<br /><br />Reconhecido pela sua prática inovadora Madeira Arrais escreveu obras de grande impacto na medicina portuguesa incluindo o famoso «Methodo de Conhecer e Curar o Morbo Gallico» 1642 e uma apologia sobre a prática de sangrias nos pés 1638 onde confrontava os métodos tradicionais de outros médicos. A sua reputação estendeu-se à corte onde triunfou no tratamento de doenças complexas e inveteradas ganhando o reconhecimento dos seus contemporâneos como a poetisa Violante do Céu que lhe dedicou um soneto. Duarte Madeira Arrais deixou um legado que reflete o esforço de adaptar a medicina portuguesa às exigências práticas e teóricas do seu tempo.</p>_x000d_<p><strong>Francisco da Fonseca Henriques</strong> Mirandela 1665 Lisboa 1731 conhecido na sua época como Dr. Mirandela formou-se em Medicina na Universidade de Coimbra e iniciou a carreira em Chaves estabelecendo-se mais tarde em Mirandela onde ganhou destaque pela sua prática clínica. Em 1706 foi nomeado médico pessoal do rei D. João V alcançando prestígio nacional. Autor erudito e membro da Real Academia de Ciências publicou obras de grande relevância como «Aquilégio Medicinal» 1726 o primeiro inventário das águas minerais naturais de Portugal considerado um marco no património hidromineral do país.</p>_x000d_<p>Referências/References:<br />Baudry H. D. C. Un controversista en Portugal bajo la Casa de Austria: Duarte Madeira Arrais y la polémica en torno a la sangría. Criticón 137 115-129. Presses Universitaires du Mirail Université de Toulouse. 2019. em linha<br />Célia Cristina Rodrigues Lopes. As Mil Caras de Uma Doença - Sífilis na Sociedade Coimbrã no Início do Século XX. p. 15. Universidade de Coimbra. 2014.<br />João Carlos Rodrigues. A dermatologia em Portugal: factos e figuras. In: Bastos C. editor. Clínica Arte e Sociedade. A Sífilis no Hospital do Desterro e na Saúde Pública. pp. 59-76. Imprensa de Ciências Sociais. Lisboa. 2011.<br />Amélia Ricon-Ferraz. Dois homens dois tempos: um objectivo comum: Simão Pinheiro Mourão e Duarte Madeira Arrais. In: Medicina na Beira Interior - da Pré-História ao Séc. XX. Cadernos de Cultura - N.º 3. Castelo Branco. 1991.<br />Inocêncio II 209.<br />Barbosa Machado I 734-735.</p> M-11-B-57 hardcover
lom-MS000919Short description: HUNTING IN BRITISH EAST AFRICA. Madeira Percy C. Published by Lippincott. 1909 1stedition 1909 A detailed account of a classic 1907 hunting expedition in East Africa with many illustrations. Describes the hunting of buffalo elephant leopard lion. Please feel free to contact us for a detailed description of the copies available. SKUMS000919 unknown
1856176631Washington.: A.O.P. Nicholson. circa1856. Tinted lithograph 15.9 x 23 cm 22.4 x 28.8 cm sheet edges a little age-toned one corner stained lower edge creased and a little ragged but the image in very good condition. A view from "from Nature" by William Heine with figures after daguerrotypes by Eliphalet Brown and prepared for Commodore Perry's "Narrative of the Expedition of an American Squadron to the China Seas and Japan.". The expedition's artist William Heine is depicted in the middle picture. Madeira was the first stop for Perry's expedition after embarking on his first visit to Japan: the squadron appearing as dots on the distant harbour. There they re-fuelled and re-provisioned the serene bucolic scene captured by the Wiliam Heine the expedition's artist. . (A.O.P. Nicholson). unknown
9798523008672UNB. new. Este um ensaio sobre a Hist�ria trgico-mar�tima coletnea de relatos de naufrgios portugueses redigidos nos sculos XVI e XVII compilados e publicados por Bernardo Gomes de Brito em 1735 e 1736. Trata-se de um trabalho de diversas narrativas examinadas ora pela �tica da sociologia hist�rica ora luz da teoria literria ou ainda pela etnografia. O que emerge um pequeno mundo flutuante um mundo mnada miniatura do mundo tal como ele existe em terra firme com escravos e homens livres com fidalgos e plebeus marinheiros que gemem no convs doentes ou os que cantam ao cair do sol com capeles que orquestram novenas a Nossa Senhora damas da corte aias crianas. Nesse mundo as hierarquias se preservam at o momento da catstrofe durante o deslastre em que so lanados ao mar primeiramente os bens de propriedade dos marujos e s� depois os dos oficiais os dos oficiais dos nobres do clero e da Coroa nesta ordem. UNB unknown
1988022293Lisboa : Edições Inapa 1988. 1ª Edição . Editorial / Hard Cover. Muito Bom/Very Good/Très Bien. In-fólio 320x245. 1 Vol. de 253-2 pp. Muito ilustrado. <br/> <br/> Edições Inapa hardcover
6206256677.Gpaperback. Good. Access codes and supplements are not guaranteed with used items. May be an ex-library book. paperback
6209207375.Gpaperback. Good. Access codes and supplements are not guaranteed with used items. May be an ex-library book. paperback
92276Stockholm Pet. Momma 1746. 4:o. 8 s. Oskuren bruntonad i övre marginal. Diskret röd nummermarkering på titelbladet. Warmholtz 7640 konstaterar endast att "Detta företgaande sic! hade ingen framgång." unknown
16652282-nnew. unknown
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ria9780814796108_inpHardcover. New. New Book; Fast Shipping from UK; Not signed; Not First Edition; · “A faithful account.” – Richard C. Dieter Executive Director Death Penalty Information Center · “In-depth fair-minded and se hardcover
ria9781479856671_inpPaperback. New. New Book; Fast Shipping from UK; Not signed; Not First Edition; · “A faithful account.” – Richard C. Dieter Executive Director Death Penalty Information Center · “In-depth fair-minded and se paperback
A9780814796108Hardback. New. Demonstrates the importance of understanding what closure really is before naively asserting it can or has been reached. hardcover
0814796109.Ghardcover. Good. Access codes and supplements are not guaranteed with used items. May be an ex-library book. hardcover
B9780814796108Hardback. New. Demonstrates the importance of understanding what closure really is before naively asserting it can or has been reached. hardcover
650996364New York University Press NYU Press pp. 348 . Papeback. New. New York University Press NYU Press unknown
19997109-nnew. unknown
2012x-0814796109New York Univ Pr 2012. Hardcover. New. 352 pages. 9.50x6.25x1.25 inches. New York Univ Pr hardcover