7 619 résultats
1944332712ª. Ed. correcta e aumentada.- Coimbra: Composto e impresso nas oficinas de "Coimbra Editora Ltda." 1944.- XII364 p. 1 h.: Mapa y láminas fotográficas en negro; 4º 238 x 167 cm; Intonso; Texto en portugués; Rústica Ed.- Publicaçao subsidiada pelo Instituto Para a Alta Cultura.- Completísimo estudio histórico geográfico y social de esta comarca y población portuguesa. RARO. PORTUGAL Livro no português Coimbra Editora paperback
1989RO40126903Cent Pages. 1989. In-12. Broché. Bon état, Couv. convenable, Dos satisfaisant, Intérieur frais. 120 pages.. . . . Classification Dewey : 252-Sermons
1989RO30092966CENT PAGES. 1989. In-12. Broché. Bon état, Couv. convenable, Dos satisfaisant, Intérieur frais. 120 pages. Couverture rempliée.. . . . Classification Dewey : 520-Astronomie et sciences connexes
2201PG014<p>Adaptado ao ensino dos indigenas da lingua mbundu nas escolas ruraes das Missões Catolicas 5ª Edição. Tipografia da Missão. Huambo. 1928.</p>_x000d_<p>2 Volumes de 153x105 cm. Com 70 i; 112 págs. Brochados.</p>_x000d_<p>Segundo volume: O 2º LIVRO DOS VIMBUNDOS. Nas Escolas Indígenas das Missões Catolicas. Tipografia da Missão. Huambo. 1929.</p>_x000d_<p>Muito raro. Não existem exemplares catalogados na BNP. A 1ª edição foi publicada em 1919 e 1920. É conhecida uma 10.º edição de 1951. Os volumes têm nas folhas de rosto o pseudónimo do autor - Padre João Ninguém</p>_x000d_<p>Muito importante para o estudo das questões relativas ao ensino e em especial do ensino do português em complemento ou em competição com as línguas indígenas. </p>_x000d_<p>Inclui vocabulário frases cenários de conversação e provérbios poesias de caracter moral patriótico e e religiosos tudo em português e com a tradução para umbundu. No fim inclui modelos para escrever correspondência diversa bilingues ou só em português. </p>_x000d_<p>Domingos Vieira Baião Baguim Rio Tinto 1886 - Porto 1952 padre da Congregação dos Missionáreios do Espírito Santo mais conhecidos por Espiritanos. Fez os seus estudo no Seminário de Formiga. Em 1909 foi professor no Colégio Fischer Açores. Em 1912 foi enviado como missionário para Angola missão de Cuando onde viveu quase 30 anos e onde desempenhou as funções de pároco professor e ecónomo. É autor de outras obras sobre linguística com muitas edições cada uma a Base de dados da UTAD contém 12 registos tais como: O português ensinado aos indígenas quimbundos Lisboa 1938. Publicou obras com o seu nome e primeiro apelido Domingos Vieira ou com o pseudónimo de João Ninguém. </p>_x000d_<p>Ref: </p>_x000d_<p>Portugaliae Monumenta Linguistica. Corpus Linguístico Missionário. Base de dados da UTAD - Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro. Ezra Alberto Chambal Nhampoca - Fichas sobre o Padre Domingos e as suas obras. </p> SACO PG147 unknown
2105MA184<p>Volume V. Livro Primeiro. Obra Completa. Volume V. Livro Segundo e Livro Terceiro Obra Completa. Volume VI. Tomo III. Profética. Coordenação: Pedro Calafate. Tradução do Latim: António Guimarães Pinto. Prefácio: João Adolfo Hansen. Introdução: Pedro Calafate. Anotação: António Guimarães Pinto Luís Machado de Abreu José Carlos Lopes de Miranda Carlos Maduro. Círculo de Leitores. Lisboa. 2015.</p>_x000d_<p>2 Volumes de 24x15 cm. Com 398 ii; 484 ii págs. Encadernações do editor.</p> I-31-B-41 unknown
1102JC055<p>Escriptos pelo Padre Casimiro finda a Guerra em 1847. Typographia Lusitana. Braga. 1883.</p>_x000d_<p>De 22x14 cm. Com xi 462 págs. Encadernação do século XX com lombada em pele. Ilustrado com um ex-voto religioso.</p>_x000d_<p>Exemplar com carimbo e assinatura de posse na folha de rosto.</p>_x000d_<p>Importante relato das atividades guerreiras de Casimiro à frente de um grupo de camponeses no contexto da Revolução da Maria da Fonte. Foi violentamente atacado por Camilo Castelo Branco na obra «Maria da Fonte».</p>_x000d_<p>A Revolução da Maria da Fonte também conhecida como Revolta do Minho foi uma sublevação popular em 1846 contra o governo de Costa Cabral impulsionada por descontentamento com recrutamento militar impostos e a proibição de enterros em igrejas. Os motins iniciaram-se na Póvoa de Lanhoso liderados por mulheres e propagaram-se pelo norte com destaque para a figura de Maria Angelina a possível «Maria da Fonte». A revolta evoluiu para um movimento político com guerrilhas lideradas por elites locais e padres o mais célebre dos quais o padre Casimiro José Vieira focando-se em reformas administrativas e fiscais e culminando na queda do governo de Costa Cabral. A instabilidade persistiu levando à guerra civil da Patuleia que terminou com a Convenção de Gramido e intervenção militar estrangeira.</p>_x000d_<p>P. Casimiro José Vieira Vieira do Minho 1817 Felgueiras 1895 foi um sacerdote católico conhecido por ter sido líder na Revolução da Maria da Fonte. Partidário da restauração absolutista e autoproclamado defensor das cinco chagas e general comandante das forças populares do Minho e Trás-os-Montes liderou guerrilhas mas foi considerado com pouca capacidade política. Após a guerra viveu escondido durante algum tempo acabando por passar o resto da sua vida no Monte de Santa Quitéria em Felgueiras. Publicou um relato da revolta e foi criticado por Camilo Castelo Branco.</p>_x000d_<p>Ref.:</p>_x000d_<p>Assembleia da República - A Revolta da Maria da Fonte 1846 em linha</p>_x000d_<p>António dos Reis Ribeiro - O Padre Casimiro e Camilo. Editorial Enciclopédia. Lisboa. 1936.</p> I-31-A-19 unknown
2004CS005<p>Dos Reynos de Portugal. OFFERECIDA A EL REY D. JOAÕ IV. PARA QUE A EMENDE. Composta pelo PADRE ANTONIO VIEYRA Zelozo da Patria. AMSTERDAM aliás Lisboa Na Officina ELVIZERIANA 1652 aliás 1743-4.</p>_x000d_<p>In 8º de 205x145 cm. Com xxiv 512 págs. aliás 508.</p>_x000d_<p>Encadernação da época inteira de pele com nervos rótulo vermelho e ferros a ouro na lombada. Cortes de folhas carminados. </p>_x000d_<p>Impressão em papel de linho muito alvo a folha de rosto impressa a preto e vermelho. Salto de numeração por erro tipográfico da página 192 para 197 em todos os exemplares do qual resulta a falta de duas linhas no final do capitulo XXI que se encontram manuscritas na época no presente exemplar: '<strong>que se saiba ate onde se podem estender e aonde he bem que se encolhão</strong>.'</p>_x000d_<p>Exemplar com assinatura de posse coeva rasurada na folha de rosto e leves picos de traça marginais.</p>_x000d_<p>Raríssima primeira edição de uma obra clássica da literatura barroca portuguesa que embora descreva os vários tipos de furtos da época por meio de exemplos práticos é sobretudo um tratado de ética e moral para estadistas e governantes portugueses e espanhóis da época da Restauração da Independência de Portugal.</p>_x000d_<p>Obra atribuída a Manuel da Costa entre outros foi escrita em 1652 e circulou manuscrita clandestinamente até que foi publicada nesta primeira edição sob o nome do P. António Vieira com local data de edição e nome do impressor falsos. Foi proibida pela Inquisição portuguesa e espanhola. A autoria desta primeira impressão é atribuída ao genovês João Batista Lerzo.</p>_x000d_<p>P. António Vieira O «Imperador da Língua Portuguesa» como disse Fernando Pessoa.</p>_x000d_<p>EN In octavo. 20.5x14.5 cm. xxiv 512 pp. i.e. 508.</p>_x000d_<p>Contemporary full calf binding with raised bands red label and gilt tools on spine. Red edges. </p>_x000d_<p>Printed in very white linen paper with the title page printed in red and black. There is a jump in the page order from page 192 to 197 in all copies resulting into the loss of two lines on chapter XXI that were handwritten at the time in this copy: <strong><em>'que se saiba ate onde se podem estender e aonde he bem que se encolhão.'</em></strong></p>_x000d_<p>Copy with a scratched contemporary ownership signature on title page and small wormholes.</p>_x000d_<p>A rare first edition of a classic of the Portuguese Baroque literature which although describing several types of burglary of that time with practical examples it is mainly a treatise of ethics and moral for Portuguese and Spanish statesmen and rulers at the time of the Restoration of the Independence of Portugal.</p>_x000d_<p>Work was attributed to Manuel da Costa among others and was written in 1652 the manuscripts secretly circulating until this first edition was published with the name of P. António Vieira with false local edition date and name of the printer. It was forbidden by the Portuguese and Spanish Inquisition. This first print was probably made by the Genoese João Batista Lerzo.</p>_x000d_<p>P. António Vieira The «Emperor of the Portuguese Language » according to Fernando Pessoa.</p>_x000d_<p>Ref.: Inocêncio I 287. P. ANTONIO VIEIRA homem innegavelmente grande e um dos maiores ingenhos que Portugal ha produzido nasceu em Lisboa a 6 de Fevereiro de 1608 e foi baptisado na freguezia da Sé a 15 do dito mez. M. na cidade da Bahia de Todos os Sanctos então capital dos estados da America portugueza.</p>_x000d_<p>Inocêncio I 307. A Arte de Furtar foi prohibida em Hespanha por édito da Inquisição de. de Janeiro de 1755 e ahi se declara ser falsamente attribuida ao P. Antonio Vieira. Passou depois para o corpo dos Indices Expurgatorios do mesmo Tribunal e ainda no ultimo impresso em Madrid 1790 a encontro a pag. 277 com a mencionada declaração. Excluida assim a idea de que a obra fosse de Vieira restava indagar a qual dos escriptores seus contemporaneos poderia attribuir-se com maior verosimilhança. Alguns criticos tractando este ponto talvez com nimia prudencia não quizeram arriscar a respeito delle uma opinião decisiva. Segundo os autores destes estudos a Arte de Furtar tem sido atribuída aos seguintes literatos: P. António Vieira João Pinto Ríbeiro por Ferreira Gordo Diogo de Almeida por Alves Sinval Tomé Pinheiro da Veiga por Cunha Rivara Duarte Ribeiro de Macedo citado por Camilo C. Branco Alexandre de Gusmão por Teófilo Braga António de Sousa de Macedo por Solidónio Leite. Estas opiniões baseiam-se em conjecturas aceitáveis umas e outras refutáveis. </p>_x000d_<p>BNP apenas regista um exemplar / BNP has just one registered copy.</p>_x000d_<p>Ref. BNP: Bismut R. Arte de furtar A Cusati M.L. Problema di bibliogr. "Arte de furtar" A Inocêncio 1 306-308; 8 330; 22 433 2993 Santos M. Bibliogr. geral 3 7769 com pag. errada mas texto completo! Soares E. Hist. grav. 1 524 527 e 679 NOTAS: Autoria atribuída a Manuel da Costa António Vieira Tomé Pinheiro da Veiga António de Sousa de Macedo entre outros Pé de impr. forjado; segundo bibliogr. deve tratar-se de impr. de Lisboa eventualmente de João Baptista Lerzo datável entre 1743 e 1744 Ambos os retr. do Pe. A. Vieira insertos nos exemplares da BN foram publ. noutras obras; legendas dos retr. subscritas: G. F. L. Debrie sculp. 1745; Dominicus Pauner sculp. Bar Assin.: //8 //4 A-Z//8 Aa-Hh//8 Ii//6; 4a f. dos cad. Z e Ii assin. Z//6 e Ii//6 respectivamente Pag. errada salto da p. 192 para 197; Cap. XXI incompleto faltando 2 últimas l Rosto a negro e vermellho.</p>_x000d_<p> </p> M-9-D-34 hardcover
1709PG002<p>DO PADRE Precedidas dum epitome da sua vida e seguidas dum índice analytico dos assumptos e matérias; Offerecidas à Mocidade Portugueza e Brazileira cujos paizes illustrou com as suas acções e a quem deixou admiraveis exemplos a imitar; Ordenadas e correctas por J. J. Roquete. Vieira escreveo cartas primorosas em que temos os Portuguezes na presente edição muito avultado numero de perfeitos exemplares. F. A. L. Bispo de Viseu. Discurso hist. E critico acerca do P. A. Vieira e das suas obras p. 66. Paris Na Livraria Portugueza de J. P. Aillaud Quai Voltaire Nº11. 1838.</p>_x000d_<p>De 17x11 cm. com iv liv ii 377 iii págs.</p>_x000d_<p>Encadernação da época com a lombada e cantos em pele. Lombada com ferros a ouro e etiqueta de biblioteca na parta superior. Cortes das folhas pintados.</p>_x000d_<p>Ilustrado com retrato do autor em extratexto sobre papel mais encorpado.</p>_x000d_<p>Contém um resumo da biografia de Vieira com considerações críticas sobre a obra um índice analítico e nas folhas finais rótulos para colar na lombada ou nas pastas.</p>_x000d_<p>Edição rara é a primeira a ser publicada depois da 1ª edição em três volumes contribuindo para a divulgação desta parte obra do grande escritor.</p>_x000d_<p>EN 17x11 cm. iv liv ii 377 iii pp.</p>_x000d_<p>Contemporary binding with leather corners and leather spine gilt tooled and with library label on the upper part. Blue splashed edges.</p>_x000d_<p>Illustrated with <em>hors-text</em> portrait of the author on very thick paper.</p>_x000d_<p>Contains a summary of Vieira's biography with critical considerations on the work an analytical index and on the final pages labels to stick on the spine or folders.</p>_x000d_<p>Rare edition the first to be published after the 1st edition in three volumes contributing to the dissemination of this part of the writer's great work.</p>_x000d_<p>Referências/Refrences:</p>_x000d_<p>Inocêncio XXII 378. Nº 2738.</p> M-14-D-29 hardcover
1210JC071<p>Do. Coordenadas e anotadas por J. Lúcio dAzevedo. Tomo Primeiro Tomo Segundo e Tomo Terceiro. Imprensa Nacional. Lisboa. 1970-71.</p>_x000d_<p>3 Volumes de 22x17 cm. Com xvi 583; xv 690; xvii 834 págs. Encadernações do editor com sobrecapa de proteção.</p>_x000d_<p>Reedição da edição de Coimbra publicada inicialmente em 1925 1926 e 1928.</p> I-243-D-6 unknown
2201JS361<p>Do. Coordenadas e anotadas por J. Lúcio de Azevedo. Tomo Primeiro. Tomo Segundo e Tomo Terceiro. Imprensa Nacional. Lisboa. 1970 1971.</p>_x000d_<p>3 Volumes de 22x17 cm. Com xvi 583; xv i 690; xvii i 834 págs. Encadernações do editor com gravações a ouro nas pastas anteriores e nas lombadas folhas de guarda decoradas.</p>_x000d_<p>Exemplar com manchas de acidez nas folhas preliminares e finais.</p> I-167-F-9 unknown
2107JL197<p>Coordenadas e anotadas por J. Lúcio de Azevedo. Volume 1 Volume II Volume III. Biblioteca Autores Portugueses. Imprensa Nacional-Casa da Moeda. Lisboa. 1997.</p>_x000d_<p>3 Volumes de 24x15 cm. Com xvi 583 i; xv 690 i; xvii 834 i págs. Brochados. </p>_x000d_<p>O Tomo primeiro segundo e terceiro de <em>Cartas</em> do Pe. António Vieira correspondem a uma reimpressão da edição de 1970 da Imprensa Nacional.</p>_x000d_<p>Da «Introdução Cartas António Vieira Vol I» por J. Lúcio de Azevedo: . <em>Diferentes vezes se têm publicado as cartas do Padre António Vieira que são para o gosto do nosso tempo a parte de suas obras que mais interesse suscitará. A curiosidade por esta famosa correspondência foi sempre viva e logo após a morte do autor se deu princípio às diligências para que de tantos e tão consideráveis sucessos nela consignados se não perdesse a memória. Meio século de história nacional e de um período fecundo em perturbações internas e externas se reflecte nas folhas de miúda letra onde no espaço de uma longa vida semeou as suas confidências o português mais notável da época. Loquaz por condição e até à extrema velhice atento ao mundo exterior e interessado na política não houve caso dos que podiam apaixonar a opinião do seu tempo sobre que a este ou àquele não comunicasse o seu parecer.</em></p> I-168-G-11 unknown
3004MF243<p>Livro III. Edição Crítica fixação do texto tradução notas e glossário de Arnaldo do Espírito Santo segundo projecto iniciado com Margarida Vieira Mendes. Transcrição do texto: Padre João Pereira Gomes S. J. Arnaldo do Espírito Santo Maria Odete do Espírito Santo João do Espírito Santo. Biblioteca Nacional. Lisboa. 2000.</p>_x000d_<p>De 235x17 cm. Com xxxv 790 v págs. Brochado. Exemplar com assinatura de posse e etiqueta da Bulhosa Livreiros na folha de guarda.</p>_x000d_<p>Contém texto bilingue em latim e português.</p> I-222-B-2 unknown
2407SB009<p>da Companhia de Jesu: dedicada A STO. ANTONIO DE LISBOA; e offerecida A ANTONIO MARTINS homem de Negocio nesta Corte. Por Dionisio Teixeira de Aguiar; Familiar do Santo Officio. COM HUM PROLOGO HISTORICO da vida e acçoens mais singulares do Padre Antonio Vieira. LISBOA: Na Officina dos Herd. de Antonio Pedroso Galraõ. M. DCC. LIV. 1754. Com todas as licenças necessarias.</p>_x000d_<p>De 205x155 cm. Com lxxii 465 i.e. 473 i em br. págs. Encadernação da época inteira de pele com nervos rótulo e ferros a ouro na lombada. Cortes das folhas mosqueados a vermelho.</p>_x000d_<p>Folhas de rosto com vinheta tipográfica algumas com o trigrama sagrado geralmente usado pela Companhia de Jesus IHS. Inclui bonitos cabeções xilográficos um deles com as armas do reino a encimar as dedicatórias assim como iniciais decoradas. Belos florões de remate de grandes dimensões ocupando cerca de metade da página nomeadamente nas páginas 100 192 250 e 465. Dois destes contêm o trigrama sagrado.</p>_x000d_<p>Exemplar com assinatura de posse coeva de «Manoel Leytão do Salgueiro» e carimbo oleográfico do «Colégio de S. Fiel» célebre instituição de ensino JesuÃta na folha de rosto. Leves manchas de humidade na margem de algumas folhas.</p>_x000d_<p>A página 214 está numerada 114 a 264-364 a 306-360 a 401-041 e a 413-395.</p>_x000d_<p>Primeira edição rara e muito importante para a parenética Vieiriana que se dá como o 16.º volume da sua coleção de sermões. A Biblioteca Nacional apenas tem um exemplar incompleto e sermões soltos.</p>_x000d_<p>Obra constituÃda por 12 Sermões cada um com folha de rosto própria sendo que algumas destas folhas nomeadamente as dos sermões 4 6 e 7 não são incluÃdas na paginação. Os três primeiros são datados de 1753 e os restantes de 1754. Nos rostos dos Sermões de 1753 o editor literário assina é identificado só pelas inicias do seu nome D. T. A. não vindo mencionado nos rostos dos de 1754.</p>_x000d_<p>Folhas preliminares com dedicatória a Santo António e a António Martins pelo organizador DionÃsio Teixeira de Aguiar; seguindo-se um extenso prólogo histórico ao leitor com 60 páginas; e Ãndice dos sermões na última folha com o verso em branco.</p>_x000d_<p>Contém: 1 - Sermão das Obras de Misericórdia; 2 - Sermão de Santo António pregado aos Peixes; 3 - Sermão ao Enterro dos Ossos dos Enforcados; 4 - Sermão pelo Bom Sucesso das Armas de Portugal contra as de Holanda; 5 - Sermão do Desagravo do SantÃssimo Sacramento; 6 - Sermão da Quinta Terça-Feira da Quaresma; 7 - Sermão de Nossa Senhora do Rosário; 8 - Sermão de São Sebastião; 9 - Sermão na Segunda-Feira depois da segunda Dominga da Quaresma; 10 - Sermão da Degolação de São João Batista; 11 - Sermão da Epifania; 12 - Sermão da Terceira Quarta-Feira da Quaresma.</p>_x000d_<p>Os sermões de Vieira publicaram-se ainda em sua vida muitos deles soltos até que principiou a formar-se a conhecida coleção em 1679 data em que saiu o seu primeiro volume. Até 1696 publicaram-se onze volumes. Depois seguiram póstumos entre 1699 e 1748 outros quatro perfazendo um total de quinze. Ainda em 1754 apareceu um volume com doze sermões de Vieira pregados todos em louvor de Santo António e que se dá como tomo décimo sexto da coleção embora já tivessem sido impressos nos quinze volumes anteriores. Estes sermões foram muitas vezes reimpressos mas sem se lhes dar o carácter de edição nova reimprimindo-se sem se alterar a data dos volumes que iam escasseando já muito no mercado.</p>_x000d_<p>PADRE ANTÓNIO VIEIRA Lisboa 1608 - Salvador Brasil 1697 considerado por muitos como o maior escritor português é autor de uma vasta obra em português latim e italiano sendo definido lapidarmente por Fernando Pessoa como o «Imperador da lÃngua portuguesa». Ao mesmo tempo desenvolveu com brilhantismo visão e coragem atividades polÃticas e diplomáticas na defesa de Portugal durante a Guerra da Restauração tendo entrado em conflito aberto com a Inquisição que venceu com o apoio do Papa.<br /><br />Mais importante ainda foi a sua prolongada e dedicada atividade missionária em que se distinguiu pela defesa da liberdade dos Ãndios e pela condenação da escravatura dentro dos moldes possÃveis na sua época pelo que chegou a ser expulso pelos colonos que tratavam mal os escravos oriundos de Ãfrica e queriam escravizar os Ãndios apesar das leis régias em contrário que obteve de D. João IV e de D. Pedro II.<br /><br />Vieira conseguiu conciliar um grande realismo polÃtico com uma crença arraigada no Sebastianismo começando por identificar D. João IV como o «Desejado» do mito Sebastianista que havia de ressuscitar. Apesar de Vieira dar grande valor e se ter dedicado prolongadamente à s suas obras teológicas e proféticas foram os sermões que o consagraram como grande orador e escritor. A sua forte personalidade e capacidade oratória atraÃam multidões para ouvi-lo pregar mas foi a possibilidade de rever e acompanhar a publicação dos sermões que os tornou obras literárias de grande valor e não apenas o frio registo das suas capacidades oratórias.<br /><br />Em 1614 Vieira foi para a BaÃa com a famÃlia e ingressou no Colégio da Companhia de Jesus onde segundo uma lenda superou inesperadas dificuldades de aprendizagem destacando-se pelas suas habilidades intelectuais e linguÃsticas o que lhe valeu em 1625 aos 17 anos a tarefa de redigir o relatório anual evento conhecido como o «Estalo de Vieira». Em 1623 iniciou o noviciado familiarizando-se com a cultura e a lÃngua tupi e em 1625 fez os primeiros votos começando a ensinar retórica em Olinda. Ordenado sacerdote em 1634 tornou-se conhecido como orador realizando a sua primeira pregação oficial na BaÃa. Em 1641 acompanhou a Lisboa o filho do Vice-rei do Brasil iniciando uma fase como conselheiro polÃtico de D. João IV e missões diplomáticas na Europa. Em Roma reviu os seus sermões publicando o primeiro volume em 1679 e recebeu isenção da Inquisição. Regressou ao Brasil em 1681 onde se dedicou até à sua morte à revisão dos sermões e à redação da sua obra teológica «Clavis Prophetarum».</p>_x000d_<p>DIONÃSIO TEIXEIRA DE AGUIAR c. 1720 - foi familiar do Santo OfÃcio e mostra uma grande admiração pelo padre António Vieira e pela Companhia de Jesus. Casou com Feliciana Teresa Francisca em Oeiras em 5 de Agosto de 1746. Nada mais se conhece da sua vida e o seu nome não é referido por Barbosa Machado. É autor do prólogo e da dedicatória de outra obra de Vieira: <em>Cinco discursos morais fundados nas cinco pedras de David</em> Lisboa 1754 e de duas pequenas obras sobre o Milagre de Ourique publicadas em 1753 e 1757.</p>_x000d_<p>ANTÓNIO MARTINS fl. 1690 - 175 Ainda não foi possÃvel obter dados biográficos sobre o dedicatário deste livro e que subsidiou as despesas da impressão identificado na folha de rosto como: homem de negócios nesta Corte. Na dedicatória DionÃsio Teixeira de Aguiar destaca as suas virtudes morais e religiosas a caridade para com os mais pobres a devoção à s imagens sagradas e em especial a Santo António e os gastos em Missas e outros sufrágios pelas almas do Purgatório o que lhe aumentou os bens e restituiu a saúde segundo afirma na dedicatória.   </p>_x000d_<p>Referências:<br />Nós os Oeirenses 1582 - 1911 e Genall - SÃtios internet. <br />BN Lisboa. Pe. António Vieira : bibliogr. 1216<br />BN Lisboa. Bicentenário Pe. António Vieira 88<br />Borba de Moraes. Bibliogr. Bras. 2 920-921.<br />Leite S. Hist. Comp. de Jesus no Brasil 9 231<br />Portugal - Dicionário Histórico Corográfico Heráldico Biográfico Bibliográfico Numismático e ArtÃstico Volume VII págs. 447-453.<br />Inocêncio I 290 1610; II 179-180; IX 133 478</p> M-9-F-72 unknown
2505ET615<p>Tomo I. Introdução e notas do Prof. Hernani Cidade Professor Catedrático da Universidade de Lisbôa. Professor Honorário da Universidade da Bahia. Biblioteca de Autores Clássicos. Aguiar & Souza Ltda. Livraria Progresso Editora. S.l. Salvador. Bahia. 1957.</p>_x000d_<p>De 24x17 cm. Com xl 342 ii págs. Brochado. Ilustrado em extratexto com fac-simile das assinaturas do Pe. António Vieira e do Pe. Alexandre Silva impressa sobre papel couché. Exemplar por abrir e com etiqueta da Livraria Sá da Costa na badana anterior.</p>_x000d_<p>Local retirado da PorBase.</p>_x000d_<p>1.ª Edição de um texto muito valioso que nunca tinha sido lido integralmente pelos principais estudiosos do grande escritor.</p>_x000d_<p>Texto completo da «Representação» que Vieira apresentou em sua defesa perante as acusações do tribunal do Santo Ofício de Coimbra no processo que contra ele correu por ser autor do escrito «Esperanças de Portugal ou Quinto Império do Mundo». Tem junto os documentos produzidos pelos inquisidores durante os interrogatórios.</p> SACO ET111-14 unknown
1703PG115<p>Introdução e notas do Prof. Hernani Cidade Professor Catedrático da Universidade de Lisbôa. Professor Honorário da Universidade da Bahia. Tomo I e Tomo II Publicações da Universidade da Baía Nº 3. Baía. Brasil. 1957.</p>_x000d_<p>2 Volumes de 262x19 cm. com xl 342 ii e xxii 388 x págs.</p>_x000d_<p>Encadernações recentes com lombada em pele. Preserva capas de brochura.</p>_x000d_<p>Ilustrado no texto.</p>_x000d_<p>Muito boa impressão sobre papel encorpado e com grandes margens.</p>_x000d_<p>Existe outra edição pela Livraria Progresso Editora em papel mais fino em formato mais pequeno e com capas de brochura diferentes mas as duas edições foram compostas e impressas na Tipografia Naval ao mesmo tempo.</p>_x000d_<p>1ª Edição de um texto muito valioso que nunca tinha sido lido integralmente pelos principais estudiosos do grande escritor.</p>_x000d_<p>Texto completo da «Representação» que Vieira apresentou em sua defesa perante as acusações do tribunal do Santo Ofício de Coimbra no processo que contra ele correu por ser autor do escrito «Esperanças de Portugal ou Quinto Império do Mundo». Tem junto os documentos produzidos pelos inquisidores durante os interrogatórios.</p>_x000d_<p>Padre António Vieira. 1608-1697. Bibliografia. BNP. Nº 1195.</p> I-23-E-36 unknown
2412PG007<p>LIVRO ANTEPRIMEYRO Prologomeno A Toda A Historia do Futuro em que se declara o fim & se provaõ os fundamentos della. Materia Verdade & Utilidades da Historia do Futuro. Eescrito Pelo Padre ANTONIO VIEYRA da Companhia de JESUS Prègador de S. Magestade. LISBOA OCCIDENTAL. Na Officina de ANTONIO PEDROZO GALRAM. Com todas as licenças necessárias. Anno de 1718.</p>_x000d_<p>De 21x155 cm. com xxxvi 379 i em br. págs. Encadernação da época inteira de pergaminho flexÃvel com o apelido do autor e o tÃtulo escritos à pena na lombada.</p>_x000d_<p>Exemplar com ex libris de António Cupertino de Miranda colado no interior da encadernação e com assinatura de posse em letra coeva de Arthur Alberto Ferreira de . na frente da folha de guarda anterior.</p>_x000d_<p>Folhas preliminares sem numeração contêm censuras de Fr. José de Sousa e de P. Fr. António de Santo Elias pelo Santo OfÃcio de Fr. José Pereira de Lacerda pelo Desembargo do Paço e as licenças. De páginas 339 a 379 contém um Ãndice das citações das sagradas escrituras e outro Ãndice das coisas notáveis.</p>_x000d_<p>Obra dividida em doze capÃtulos que trata da definição do espÃrito profético classifica as profecias em canónicas e não canónicas e demonstra que o Reino de Portugal desde a sua fundação fora um dos temas prediletos dos diversos profetas do antigo testamento entre os quais IsaÃas pode ser considerado como um «cronista dos descobrimentos de Portugal». É uma exaltação da pátria portuguesa escolhida entre todas as nações do Mundo para propagar a fé cristã predestinada a «descobrir o mundo ao mesmo mundo».</p>_x000d_<p>Vieira dedicou uma parte muito importante do seu esforço à s obras proféticas que considerava a parte mais importante da sua produção literária. Algumas das ideias expostas mereceram a desconfiança da Inquisição que deteve o P. António Viera durante largo tempo e que se viu obrigado a ir a Roma pedir uma intervenção do papa em sua defesa.</p>_x000d_<p>Actualmente esta parte da obra Vieiriana que era pouco considerada pelos anteriores estudiosos tem sido cada vez mais valorizada.</p>_x000d_<p>PADRE ANTÓNIO VIEIRA Lisboa 1608 - Salvador Brasil 1697 O maior escritor português autor de uma vasta obra em português latim e italiano sendo definido lapidarmente por Fernando Pessoa como o «Imperador da lÃngua portuguesa». Ao mesmo tempo desenvolveu com brilhantismo visão e coragem actividades polÃticas e diplomáticas na defesa de Portugal durante a Guerra da Restauração tendo entrado em conflito aberto com a Inquisição que venceu com o apoio do Papa.</p>_x000d_<p>Mais importante ainda foi a sua prolongada e dedicada actividade missionária em que se distinguiu pela defesa da liberdade dos Ãndios e pela condenação da escravatura dentro dos moldes possÃveis na sua época pelo que chegou a ser expulso pelos colonos que tratavam mal os escravos oriundos de Ãfrica e queriam escravizar os Ãndios apesar das leis régias em contrário que obteve de D. João IV e de D. Pedro II.</p>_x000d_<p>Vieira conseguiu conciliar um grande realismo polÃtico com uma crença arraigada no Sebastianismo começando por identificar D. João IV como o Desejado do mito Sebastianista que havia de ressuscitar. Apesar de Vieira dar grande valor e se ter dedicado prolongadamente à s suas obras teológicas e proféticas foram os sermões que o consagraram como grande orador e escritor. A sua forte personalidade e capacidade oratória atraÃam multidões para ouvi-lo pregar mas foi a possibilidade de se ter podido consagrar a rever e a acompanhar a publicação dos sermões que os tornou obras literárias de grande valor e não apenas o frio registo das suas capacidades oratórias.</p>_x000d_<p>É também uma figura tutelar e fundadora da cultura brasileira paÃs onde viveu e actuou com a maior coragem metade da sua vida e onde decidiu viver os seus últimos dias. Hoje a sua obra é muito influente e estudada no Brasil sendo oriundos desse paÃs alguns dos maiores especialistas em Vieira tais como: Alcir Pécora Adma Muhana João Adolfo Hansen a par dos portugueses Margarida Viiera Mendes Arnaldo do EspÃrito Santo Ana Travassos Valdez e os referidos mais abaixo.</p>_x000d_<p>Foi para a BaÃa com a famÃlia em 1614 onde Vieira frequentou o Colégio da Companhia de Jesus. Relativa a esta época chegou até aos nossos dias uma lenda que refere ter o jovem Vieira dificuldades da aprendizagem mas um certo dia repentinamente ultrapassou todas as suas dificuldades dando nas vistas pelas suas capacidades intelectuais e linguÃsticas tendo sido escolhido pera redigir o relatório anual em 1625 com apenas 17 anos sendo este facto conhecido como o «Estalo de Vieira».</p>_x000d_<p>Em 5 de Maio de 1623 iniciou o noviciado na Companhia e durante ele passou algum tempo na Missão do EspÃrito Santo onde aprendeu a lÃngua tupi e entrou em contacto com a cultura e a psicologia dos Ãndios que haveria de defender durante toda a sua vida.</p>_x000d_<p>Em 6 de Maio de 1625 proferiu os primeiros votos e logo a seguir como refirimos acima foi encarregado de redigir a carta ânua relativa aos anos de 1624 e 1625 e começou a ensinar retórica no Colégio de Olinda tendo sido ordenado sacerdote em 10 de Dezembro de 1634. Durante este perÃodo tornou-se notada a sua capacidade oratória e fez muitas pregações em casa da ordem em missões e fazendas tendo a primeira pregação oficial ocorrido no 4.º Domingo da Quaresma de 1634 na Igreja da Conceição da BaÃa.</p>_x000d_<p>Em 27 de Fevereiro de 1641 acompanhou a Lisboa o filho do Marquês de Montalvão Vice-rei do Brasil começando um perÃodo de actividade polÃtica como conselheiro de D. João IV e diplomática missões em Paris e Haia de 1646 a 1648 Roma em 1650 e outra vez Roma de 1669 a 1675 onde tentou reactivar o processo de canonização do Beato Inácio de Azevedo e obter o apoio do Papa que lhe concedeu isenção perante a Inquisição Portuguesa pelo breve de 17 de Abril de 1675. Em Roma tinha começado a rever os seus sermões e o primeiro volume foi publicado em Lisboa em 1679. Em 27 de Janeiro de 1681 partiu para o Brasil tendo vivido até ao momento da sua morte perto da BaÃa ocupado na revisão dos seus sermões e em especial na redacção da sua obra de teologia e profética: <em>Clavis Prophetarum</em>.</p>_x000d_<p>Ref: Padre António Vieira. Bibliografia. BNP. 1999. Nº 1187 Azevedo e Samodães 3516 II Volume página 743. Inocêncio I 291.</p> M-9-D-46 unknown
1203CC037<p>Volume VIII Volume IX História do Futuro I e II. Com prefácio e notas de António Sérgio e Hernâni Cidade. Colecção Clássicos Sá da Costa. Livraria Sá da Costa Editora. Lisboa. 1953.</p>_x000d_<p>2 Volumes de 25x17 cm. Com li 269; iv 275 págs. Brochados. Exemplar com assinatura de posse na folha de guarda anterior do Vol. I; volume II por abrir e sinais de manuseamento nas capas de ambos volumes.</p> I-7-C-52 unknown
2104RS338<p>Prefácio e notas de António Sérgio e Hernâni Cidade. Colecção de Clássicos Sá da Costa. Livraria Sá da Costa - Editora. Lisboa. 1951.</p>_x000d_<p>3 Volumes de 25x16 cm. Com xxxv i 287; lxiii i 250; xxiii i 358 i págs. Brochados.</p>_x000d_<p>Exemplares nº 161 vol. III nº 137 vol. IV e nº 154 vol. V de uma tiragem especial de 200 exemplares impressos em papel Leorne da Companhia do Papel do Prado. Estão por abrir. </p>_x000d_<p>Três primeiros volumes dos cinco que compõem as <em>Obras Várias </em>inseridas nesta colectânea de <em>Obras Escolhidas </em>de Vieira. São eles: Volume III. Obras Várias I - PolÃtica; Volume IV: Obras Várias II - Os Judeus e a inquisição; Volume V - Obras Várias III - Em defesa dos Ãndios.</p> I-70-G-2 unknown
2101MA317<p>Os Judeus e a Inquisição. Com prefácio e notas de António Sérgio e Hernâni Cidade. Colecção de Clássicos Sá da Costa. Livraria Sá da Costa - Editora. Lisboa. 1951.</p>_x000d_<p>De 245x165 cm. Com lxiii 250 págs. Brochado. Exemplar por abrir de uma tiragem especial de 200 impressos em papel Leorne da Companhia do Papel do Prado numerados e chancelados. </p> I-52-E-6 unknown
2104RS337<p>Volume XII - Sermões III. Com prefácio e notas de António Sérgio e Hernâni Cidade. Colecção de Clássicos Sá da Costa. Livraria Sá da Costa - Editora. Lisboa. 1954.</p>_x000d_<p>De 25x165 cm. Com xxxiv ii 257 vi págs. Brochado.</p>_x000d_<p>Exemplar Nº 167 de uma tiragem especial de 200 exemplares impressos em papel Leorne da Companhia do Papel do Prado. Por abrir mas com algum desgaste.</p> I-70-G-4 unknown
3003MF962<p>Obras Escolhidas. Com Prefácio e notas de António Sérgio e Hernâni Cidade. Colecção de Clássicos Sá da Costa. Livraria Sá da Costa - Editora. Lisboa. 1951.</p>_x000d_<p>De 18x12 cm. Com xxxiii 363 págs. Encadernação do editor.</p>_x000d_<p>Exemplar assinado pelo editor preserva as capas e a lombada de brochura.</p>_x000d_<p> </p> I-181-F-53 unknown
2101MA319<p>Com Prefácio e notas de António Sérgio e Hernâni Cidade. Colecção de Clássicos Sá da Costa. Livraria Sá da Costa - Editora. Lisboa. 1953.</p>_x000d_<p>De 245x165 cm. Com li 269 págs. Brochado.</p>_x000d_<p>Exemplar por abrir de uma tiragem especial de 200 exemplares impressos em papel leorne da companhia do papel do prado numerados e chancelados.</p> I-52-E-1 unknown
2101MA320<p>Em defeza dos Ãndios. Colecção de Clássicos Sá da Costa. Com Prefácio e notas de António Sérgio e Hernâni Cidade. Livraria Sá da Costa - Editora. Lisboa. 1951.</p>_x000d_<p>De 245x165 cm. Com xxiii 358 págs. Brochado.</p>_x000d_<p>Exemplar por abrir de uma tiragem especial de 200 exemplares impressos em papel Leorne da Companhia do Papel do Prado numerados e chancelados. </p>_x000d_<p> </p>_x000d_<p> </p> I-52-E-8 unknown
2101RS228<p>Volume I. Cartas I. Prefácio e notas de António Sérgio e Hernâni Cidade. Colecção de Clássicos Sá da Costa. Livraria Sá da Costa - Editora. Lisboa. 1951.</p>_x000d_<p>De 24x165 cm. Com cviii i 254 iv págs. Brochado.</p>_x000d_<p>Exemplar por abrir.</p> I-68-E-24 unknown
2104RS331<p>Volume I - Cartas I. Volume II - Cartas II. Prefácio e notas de António Sérgio e Hernâni Cidade. Colecção de Clássicos Sá da Costa. Livraria Sá da Costa - Editora. Lisboa. 1951.</p>_x000d_<p>2 volumes de 245x165 cm. Com cviii iv 254 iii; iv 290 i págs. Brochados.</p>_x000d_<p>Exemplares por abrir com o n.º 115 de uma tiragem especial de 200 exemplares impressos em papel Leorne da Companhia do Papel do Prado.</p>_x000d_<p>Compilação epistolográfica com a correspondência do autor com diversas personagens da história de Portugal baseada na edição de 1925 pela Imprensa da Universidade de Coimbra coordenada por João Lúcio de Azevedo. Foram as seguintes cartas pelas palavras escritas em guisa de nota pelos editores escolhidas seguindo fatores de relevo histórico literário ou por revelarem traços da personalidade do autor.</p>_x000d_<p> </p> I-73-H-3 unknown